Guerrilheiros dos Jardins


Plantas Carnívoras

Planta carnívora é consumidor ou produtor?!?!? (dúvida cruel...rs)

Drosera sp

Dioneia sp



Escrito por guerrilhajardim às 16h20
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Sem Título...

 

fonte :http://girame.wordpress.com/page/2/



Escrito por guerrilhajardim às 15h49
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Efeitos da fragmentação de habitats em populações vegetais

Efeitos da fragmentação de habitats em populações vegetais


Olá pessoal!
ai está um pdf interessante sobre os efeitos da fragmentação florestal em populações vegetais!
Podemos observar que estamos causando problemas não só no ambiente urbano.....
O desflorestamento, e as mudanças climáticas causam efeitos prejudiciais ao meio ambiente!
dúvidas manda e-mail para o autor! ver link
Sândalo

http://www.ib.unicamp.br/profs/fsantos/nt238/2007/Monografias/Monografia-Sandro.pdf

http://www.ib.unicamp.br/profs/fsantos/nt238/2007/Monografias/Monografia-Sandro.pdf



Escrito por guerrilhajardim às 02h38
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Cobertura Verde

TELHADO VERDE

 

foto: http://neorama.wordpress.com/2007/03/26/cobertura-verde/

A utilização de telhados "plantados" é benéfica para o meio ambiente, e para as pessoas que vivem numa casa com esse tipo de telhado. Há redução da temperatura em até 25%, economia de energia (pois não há a necessidade de usar ventilador ou ar condicionado).

Reduz também a temperatura da cidade.

Diminui a concentração de CO2 na atmosfera, quando a planta cresce ela absorve o gás carbônico do ar, ajudando deste modo a reduzir  os impactos ao meio ambiente gerado pelas altas concentrações de CO2.

Reduz a quantidade de água da chuva que vai direto pros rios das cidades, e reduz o fluxo e intensidade do escoamento da água de chuva para os sistemas ineficientes de coleta de água e saneamento.

abraços

 



Escrito por guerrilhajardim às 12h46
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TELHADO VERDE

COBERTURA VERDE

leitores, desculpem a ausência! correria do dia-a-dia.... culpa de um telencéfalo desenvolvido e do polegar opositor...rs

vai ai uma matéria que pode ajudar a diminuir os impáctos das ilhas de calor das cidades grandes.

continuo devendo um post sobre como plantar as árvores indicadas no post abaixo....

 

 

"Como o telhado verde requer infra-estrutura adequada, não basta subir em cima da casa e começar a plantar", afirma o engenheiro civil Paulo Renato Machado Guimarães, da empresa gaúcha Ecotelhado.

A obra exige a instalação de uma estrutura específica na cobertura da casa - se o telhado for simplesmente uma laje, é preciso impermeabilizá-la; se for feito de telhas de cerâmica, é preciso retirá-las e colocar placas de compensado que servirão de base para a cobertura vegetal. Ali serão colocados a terra e o adubo para o crescimento das plantas. Mantas onduladas, para impedir que o substrato escorra, e de impermeabilização, para evitar infiltrações na casa, e dutos de irrigação e drenagem também fazem parte do projeto de um telhado verde, que ajuda a reduzir o barulho dentro de casa e a manter a temperatura constante.

Além de grama, o telhado verde pode receber flores e arbustos. "Damos preferência a plantas locais mais resistentes à chuva e à estiagem e que exijam pouca rega e poda", diz Márcio de Araújo, diretor do Instituto para o Desenvolvimento de Habitação Ecológica (Idhea), de São Paulo. Plantas de porte baixo e crescimento lento também podem facilitar a manutenção, que é parecida com a de um jardim comum.

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_264394.shtml



Escrito por guerrilhajardim às 13h22
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coleta de frutos e sementes

Domingo fui caminhar com um amigo. Transformei o passeio, além de um momento agradável de conversa e lazer, numa ação de coleta de frutos e sementes de árvores que há no passeio público.

Os frutos: Erythrina (não sei qual das tantas espécies), pata de vaca, e uma mimosa. Que eu saiba todas espécies nativas. Coloquei no sol pra secar, logo terei mudas para espalhar pela cidade cinza de São Paulo.

Depois ensino como germinar essas plantas que atraem muitas aves e insetos!

Gosto muito da Erythrina!

 

Fico imaginando quantos frutos e sementes vão pro lixo e que poderiam virar plantas, árvores que proporcionariam uma outra qualidade de vida

para a cidade!

 

foto Erythrina sp.

foto Erythrina fonte: http://www.fotolegal.com/mulungu.htm

 

 

Foto Bauhinia variegata e beija flor tesourinha:

fonte: http://www.flickr.com/photos/59863704@N00/424510091



Escrito por guerrilhajardim às 18h15
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Deserto

Caraca,

"o clima de são paulo tá igual ao de deserto, dia quente e seco, e noite fria e seca" foi o que Fábio me disse.

Concordo plenamente! e não chove em sampa faz uns 60 dias!

essa post está assim (falar sobre o tempo) pois estou sem assunto!

ah, os tomates já germinaram, o gerânio também germinou!

o manjericão está quase que pronto pra ser usado na cozinha!

É bom cuidar de plantas, viver com elas.... aprender, trabalhar com elas!

 



Escrito por guerrilhajardim às 13h36
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Zona Autônoma Temporária TAZ

T.A.Z.: The Temporary Autonomous Zone, mais conhecido somente como TAZ, em português T.A.Z.: Zona Autônoma Temporária. É um livro escrito por Hakim Bey (pseudônimo de Peter Lamborn Wilson) em 1985. O livro foi publicado no Brasil pela Editora Conrad e pela Editora Sabotagem e o original, em inglês, é copyleft.

A idéia sobre uma Zona Autônoma Temporária é de como um grupo, um Bando, uma coagulação voluntária de pessoas afins não-hierarquizadas podem maximizar a liberdade por eles mesmos numa sociedade atual. Em linhas gerais é uma organização para a maximização de atividades prazeirosas sem controle de hierarquias opressivas. Para Hakim Bey, uma TAZ é uma aglutinação de pessoas que se encontra em tamanha complexificidade que se pode dizer que toda uma sociedade está dentro da TAZ. As idéias são semelhantes as apresentadas pelo grupo teórico Bolo Bolo e pelo autor Ivan Illich.

Embora Hakim Bey escreva um livro inteiro sobre TAZ, não é seu intuito definir e fixar formas, ou padrões de como seria uma destas zonas. O máximo que faz é circundar o assunto, lançando algumas explicações gerais. O que chamamos de TAZ desenvolve-se como um levante, algo excepcional na história , que, apesar de muitos classificarem como uma revolução que fracassou, eleva o grau de intensidade da vida e da consciência. A espetacular "Revolução!"- cujos exemplos não passaram de pura simulação, acabando com uma opressão e estabelecendo outra- são desmistificadas no livro, incitando a formação de um novo tipo de revolucionar cotidiano e independente. Visar à liberdade de todos serviu, por muitas vezes, como máscara de interesses particulares e opressores. Do que adianta acreditar que só há liberdade quando todos forem livres? Libertar-se, revolucionar pode partir de um indivíduo, ou de um bando. E é isso que poderiamos colocar como um princípio e possível objetivo da TAZ: liberdade independente e autônoma.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal

 foto: “principado soberano” de Sealand.



Escrito por guerrilhajardim às 14h02
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Ciência, auto-organização, Taz e outras coisas.....

Tenho me interessado pelas idéias de Steven Johson! vale a pena....

"Consciente Coletivo", copyright Folha de S. Paulo, 18/01/04

"Indeciso sobre o assunto de seu livro (‘Estava entre a ciência do cérebro e a história do urbanismo’), o escritor Steven Johnson ganhou um mesmo livro sobre mapas de cidades antigas de duas pessoas diferentes. A coincidência chamou ainda mais atenção quando se deparou com a imagem do mapa de Hamburgo, na Alemanha, em 1850, ‘que parecia demais o cérebro humano’.

‘Quando o vi, pensei instantaneamente: talvez deva fazer um livro que pudesse ser cidades e cérebros’, conta Johnson, explicando seu ‘Emergência - A Dinâmica em Rede em Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares’. ‘Não estava certo de qual conexão era aquela, mas tinha uma forte sensação que havia algo muito rico nisso’, diz.

E como havia. Pelo segundo livro de Johnson, assistimos a pesquisadores de áreas tão diferentes quanto biologia, urbanismo, neurologia e eletrônica descobrindo, maravilhados, que sistemas complexos como formigueiros, cidades e o cérebro humano se auto-organizam sem que haja líder ou plano pré-definido. Em busca da ‘ciência da auto-organização’, Johnson traça paralelos entre a história das cidades, o comportamento de fungos, a inteligência artificial, o mercado de seda em Florença, as colônias de formigas e o site Slashdot.org.

Ele descreve o fenômeno que batiza o livro, que observa pequenos indivíduos em atividades simples guiarem, inconscientemente, o comportamento macro de coletivos formados por esses seres, sejam formigas ou softwares de reconhecimento de padrão.

Assim, descobre que a natureza não trabalha com líderes e descreve o conflito entre a lógica vigente e a emergência como sendo o contraponto entre sistemas ‘top-down’ (de cima para baixo, em que todos obedecem a hierarquias) e ‘bottom-up’ (de baixo para cima).

Traçando paralelos e buscando novos padrões, Johnson passa por campos científicos novíssimos e completamente alienígenas para o leitor médio, como biomatemática, morfogênese e ciência da complexidade. Mas seu grande trunfo é mastigar esses bichos-de-sete-cabeças em uma linguagem agradável e texto fluido, citando pelo caminho referências pop, como o game ‘The Sims’ ou a história da computação.

Formado em semiótica e literatura inglesa, Johnson também é autor do livro ‘A Cultura da Interface’ e foi editor da festejada revista online sobre comportamento eletrônico ‘Feed’, que encerrou suas atividades em 2001 e ameaça ‘voltar à rede na forma de arquivo dia desses’.

Folha - O que é ‘emergência’?

Steve Johnson - ‘Emergência’ é o que acontece quando várias entidades independentes de baixo nível conseguem criar uma organização de alto nível sem ter estratégia ou autoridade centralizada. Você pode perceber esse comportamento em várias escalas: na forma como colônias de formigas lidam com o complexo gerenciamento de tarefas sem que haja uma única formiga no comando; na forma como bairros se formam sem um planejador urbano.

Folha - Essa conexão sutil entre vários níveis de organização já era algo de que você já suspeitava ou houve algum tipo de ‘revelação’?

Johnson -É uma história engraçada. Vinha tentando decidir sobre o que escrever em meu próximo livro e estava entre a ciência do cérebro e a história do urbanismo. Não conseguia decidir qual dos tópicos era mais interessante. Por coincidência, ganhei duas cópias de um livro maravilhoso, cheio de mapas de cidades antigas, uma do meu pai e outra de meu melhor amigo -e esse livro tinha um mapa de Hamburgo que parecia demais o cérebro humano. Quando o vi, pensei instantaneamente que devia fazer um livro que pudesse ser cidades e cérebros. Não estava certo de qual conexão era aquela, mas tinha uma forte sensação de que havia algo muito rico nisso.

Folha - Como nosso comportamento reage ao surgimento do pensamento coletivo consciente?

Johnson -Bem, nós gostamos de impor os velhos modelos centralizados a sistemas descentralizados -por ser um pouco mais confortável, acho. Por exemplo, uma das lições do 11 de Setembro foi a elasticidade essencial de sistemas descentralizados, como as cidades. Uma das coisas mais impressionantes foi que Manhattan levou um golpe inacreditável na região mais próxima de ser um centro e, a 20 quarteirões dali, a cidade funcionava perfeitamente, no próprio dia do ataque.

As pessoas observaram essa elasticidade e queriam explicá-la usando linguagem centralizada, por isso todos disseram como o prefeito tinha sido tão inspirador. Mas realmente inspiradora era a estrutura descentralizada de uma cidade grande -foi isso que tornou a recuperação possível.

Folha - Você lista Engels, Darwin, Adam Smith e Alan Turing como pensadores de uma ciência que não existia em seu tempo (a ciência da auto-organização). Poderia citar outros nomes mais recentes?

Johnson - Eu incluiria alguns teóricos de rede, como Steven Strogatz -autor de um novo livro, ‘Sync’- e Duncan Watts, que escreveu ‘Six Degrees: The Science of a Connected Age’ (‘Seis Graus: A Ciência da Era Conectada’). E as pessoas que, como Stuart Kauffman e John Holland, desenvolveram a teoria da complexidade nos anos 70 e 80.

Auto-organização envolve web e política

Folha - O ser humano está se tornando menos resistente ao novo?

Steve Johnson - Certamente, à medida que a média de aceleração tecnológica cresce, nós temos crescido mais dispostos a adotar novas formas -pense nos blogs, ninguém sabia o que eles eram há alguns anos e hoje há milhões deles. O efeito disso é que estamos nos tornando muito mais cientes dos efeitos colaterais psicológicos e sociais das novas tecnologias e novas formas de mídia. Se você viver toda a sua vida sob o domínio da TV, não notará como ela molda o mundo. Mas se mudar da televisão para a web e para sistemas de mensagens instantâneas, em dez anos começará a perceber como cada uma dessas mudanças tem seus efeitos secundários. Todos nós nos tornamos mcluhanitas hoje: não apenas porque nos lembramos do slogan ‘o meio é a mensagem’, mas porque os meios mudam em velocidades cada vez mais rápidas, o que torna seu impacto mais visível.

Folha - Você cita os programas de computador como um dos inúmeros exemplos de organização ‘bottom-up’. A internet e a computação pessoal já mudaram tudo?

Johnson - Estamos apenas começando a ver todos os efeitos. O desdobramento mais interessante nos EUA é a campanha altamente baseada na internet de Howard Dean, o principal concorrente do presidente Bush para a próxima eleição. Eles usaram um número de mecanismos descentralizados para criar uma organização do tipo ‘enxame’. Tenho bastante orgulho disso, pois algumas de suas idéias foram aparentemente inspiradas pelo meu livro. É bom ter um pequeno papel em um movimento histórico tão interessante.

Folha - Por que a internet ainda não se auto-organizou? Ou seria a lógica P2P (ponto-a-ponto) o início dessa organização?

Johnson - A internet propriamente dita não é auto-organizável, mas as coisas construídas sobre a internet estão começando a apresentar um comportamento de auto-organização. A forma como a Amazon organiza seus livros, através da tecnologia de filtragem -quando oferecem aquelas listas ‘pessoas que compraram este livro também compraram...’- é uma forma de classificação ‘bottom-up’. São as novas ferramentas que procuram as formas como os blogs se linkam entre si ou os serviços que classificam manchetes, como o Technorati e o Blogdex, que decidem o que é importante ao observar os links individuais criados pelos blogueiros -que agem de forma muito mais parecida com um enxame do que a web.

Folha - Você acredita que a internet pode ajudar a nos organizar?

Johnson - Ela está começando a se tornar uma ferramenta poderosa para grupos e pessoas com a mesma mentalidade se reunirem. O que vemos agora com a campanha de Howard Dean, por aqui -novos tipos de grupos, novos tipos de vizinhanças se formando graças à rede. É muito animador.

Folha - A doutrina Bush é uma reação à consciência em rede?

Johnson - Diria que é uma reação natural ‘contra’ essa consciência. Exatamente no momento em que se torna claro que o mundo está interconectado por formas incrivelmente profundas, surge esse desejo de assumir a abordagem de superpoder patife, basicamente dizendo ao mundo: ‘Ou vocês estão do nosso lado ou contra nós’. É deprimente. O terrorismo, contudo, é também um produto da era da emergência: grupos pequenos e espalhados com poder de fazer impérios poderosos de refém. Certa vez, ouvi o nosso secretário de Defesa, Donald Rumsfeld -que é um cara muito esperto, embora seja perigoso-, dizer que a guerra contra o terror era uma ‘guerra não-linear’ e que ele não tinha certeza se nossos cérebros ‘lineares’ poderiam entendê-la completamente. Foi um momento bem bizarro.

Folha - Qual o papel dos governos e países quando as pessoas desenvolverem redes pessoais e trabalharem em níveis comunitários?

Johnson - Creio que ainda há um papel para os líderes no mundo. A melhor mistura é uma combinação da lógica de baixo para cima (‘bottom-up’) com a de cima para baixo (‘top-down’). É o que há de genial na democracia. Todo mundo decide quem deve estar no comando. Se todo mundo estivesse decidindo tudo, você teria algo próximo de um verdadeiro estado anarquista -que seria interessante ver, mas que, suspeito, fracassaria no final.

EMERGÊNCIA: A DINÂMICA DE REDE EM FORMIGAS, CÉREBROS, CIDADES. De: Steve Johnson. Editora: Jorge Zahar. Quanto: R$ 38 (232 págs.)."



Escrito por guerrilhajardim às 17h08
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Como plantar agrião

da linha "Como plantar"

O agrião saiu da região Sudeste da Ásia para o continente europeu há vários séculos. De lá, espalhou-se para o mundo, tornando-se figurinha fácil nos canteiros brasileiros.

De folhas pequenas e verde-escuras, a hortaliça é uma excelente opção para enriquecer saladas. Com baixo teor calórico, o agrião é também fonte de provitamina A (especialmente betacaroteno), possui grande quantidade de vitamina C, vitaminas do complexo B e sais minerais. O talo crocante tem ainda alto teor de iodo. Para completar, as folhas apresentam um sabor picante, mas suave, que estimula o apetite.

Propriedades medicinais não faltam ao agrião. A hortaliça faz bem para o fígado, é diurética e recomendada para diabéticos. Além disso, o agrião combate o ácido úrico, tuberculose, raquitismo, formação de pedra nos rins e efeitos tóxicos da nicotina. O suco de agrião fervido com leite é expectorante e, se misturado com mel, ajuda a aliviar a bronquite.

Solo: argiloso, úmido e rico em matéria orgânica
Clima: ameno, com temperatura noturna entre 12 e 20 graus
Área: pode ser produzido até em caixotes com 25 cm de altura
Colheita: dois meses após o plantio
Custos: dez gramas de sementes a sete reais

A hortaliça se adapta muito bem em locais com temperaturas que variam de 12 a 20 graus durante a noite
Início - O plantio de agrião é feito por meio de sementes. Elas podem ser compradas em diversos locais como supermercados, cooperativas e lojas de produtos agropecuários. Para começar o cultivo, coloque as sementes em covas pequenas, abertas no local definitivo.
Espaçamento - As medidas indicadas para o cultivo do agrião são de 20 centímetros entre plantas e 25 entre linhas. Caixotes com 25 centímetros de altura podem ser utilizados como uma alternativa para áreas pequenas. Porém, a profundidade das covas deve ser sempre de um centímetro.
Terreno - Os mais adequados para o plantio de agrião são os que têm como característica umidade e argiloso, com muita matéria orgânica e pH entre 6 e 6,8. Avalie o teor de acidez por meio da análise do solo.
Cuidados - A irrigação deve ser feita diariamente. Se necessário, mais de uma vez por dia. Evite concorrência por água e nutrientes com a eliminação de ervas daninhas no local. Assim que as plantinhas apresentarem ramas de cinco centímetros, é hora de realizar o raleamento. Em cada cova, é bom deixar de três a quatro plantas.
Colheita - Após cerca de dois meses do plantio, o agrião já pode ser colhido. Antes, verifique se as folhas estão desenvolvidas e tenras. É possível fazer de três a quatro cortes, com intervalos de um mês.

fonte e foto: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,1404,00.html



Escrito por guerrilhajardim às 14h23
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Quaresmeira

Quaresmeira

Tibouchina granulosa
Tibouchina sellowiana

(MELASTOMATACEAE)

 

Árvore de médio porte, muito ornamental pelas flores, utilizada em arborização de ruas, avenidas, praças e parques.

foto: http://www.tpmlandscape.com/shrubs2.html



Escrito por guerrilhajardim às 15h36
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EUA PROÍBE IMPORTAÇÃO DE MADEIRA ILEGAL

25/06/2008 - 01h06
EUA PROÍBE IMPORTAÇÃO DE MADEIRA ILEGAL

O Congresso dos Estados Unidos aprovou na semana passada legislação histórica que dá novos poderes ao país no combate à exploração e comércio de madeira ilegal. A nova lei proíbe a importação de madeira não-certificada e também a de diversos produtos florestais, como móveis e papeis.

Trata-se de uma emenda ao chamado Lacey Act, estatuto de 100 anos que combate o tráfico de fauna e flora silvestres. De acordo com a emenda, passa a ser violação à lei federal americana a “importação, exportação, transporte, venda, recebimento, aquisição ou compra” de qualquer planta que tiver sido “retirada, possuída, transportada ou vendida” em violação às leis estrangeiras”.
Os Estados Unidos são o maior importador individual de madeira amazônica, responsáveis pela compra de 25% do total de madeira extraída da região. (Agência Envolverde)

(Agência Envolverde)


Escrito por guerrilhajardim às 19h59
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Orquídeas

Orquídeas!

São lindas, simples.
Gosto das menores e simples, com a sutil beleza nos pequenos detalhes.
Um dos meus gêneros preferidos 'e Laelia, que podemos ver na foto.
No próximo post ensinarei como germinar orquídeas de forma caseira....
abraços a todos

ps 1, não estou conseguindo postar fotos....
algum vírus (o pior vírus que existe chama-se windows...)
posto assim que arrumar o pc. Desculpem-me.
ps 2, busquem no google essa orquidea.

Escrito por guerrilhajardim às 21h36
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ipê-amarelo


 

Mais uma matéria da linha "Como  Plantar"                                                       

Ipê-amarelo
(para o i roxo as informações também valem)

Produção de Mudas

A propagação deve realizada através de enxertia.

Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.

A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.

Sementes

Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).

As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.

 Nomes Populares
ipê-amarelo-cascudo, ipê-do-morro, ipê,
ipê-amarelo, aipé, ipê tabaco,
ipê-amarelo-paulista, pau-d'arco-amarelo.

foto: http://www.oguialegal.com/ipe-amarelo.htm

foto: http://timblindim.wordpress.com/arvores/ipe-amarelo/



Escrito por guerrilhajardim às 10h49
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Sementeira

Faça uma sementeira barata, mas eficiente por Valerio Romahn

fonte: Revista Natureza http://www.europanet.com.br/natureza/



Escrito por guerrilhajardim às 13h58
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