Nome Popular: Jacarandá-mimoso, jacarandá, carobaguaçu
Família: Bignoniaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
O jacarandá-mimoso é uma árvore decídua a semi-decídua, de floração muito exuberante. Seu porte é pequeno, alcançando cerca de 15 metros de altura. O caule é um pouco retorcido, com casca clara e lisa quando jovem, que gradativamente vai se tornando áspera e escura com a idade. Sua copa é arredondada a irregular, arejada e rala. Suas folhas são opostas e bipinadas, compostas por 25 a 30 pares de pequenos folíolos ovais, de coloração verde-clara acinzentada.
No inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, que dão lugar as flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada, em forma de trompete e são arranjadas em inflorescências do tipo panícula. A floração se estende por toda a primavera e início do verão. Os frutos surgem no outono, são lenhosos, deiscentes e contém numerosas e pequenas sementes.
É uma árvore maravilhosa para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol. Muitos países utilizam o jacarandá-mimoso na arborização de grandes cidades, entre estes podemos citar a Argentina, Brasil, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Espanha e México, entre outros.
Sua madeira é de excelente qualidade e apresenta cor rosada muito apreciada. Ela é empregada, por exemplo, na indústria moveleira, pisos laminados e em aplicações no interior de automóveis de luxo.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado no primeiro ano após o plantio. Adapta-se a uma ampla variedade de locais, mas aprecia o clima subtropical. Quando jovem, não tolera frio excessivo, mas torna-se mais resistente ao frio com o tempo. Não necessita podas ou qualquer tipo de manutenção. Não tolera secas prologadas, ventos fortes ou a salinidade no solo. É resistente à poluição urbana moderada e à maioria das enfermidades. Multiplica-se por sementes
Recentemente consegui germinar a Aroeira, algumas já tem uns 7 cm. É uma árvore nativa muito bela.
o texto que segue foi feito pela ong Copaiba, uma ong que atua na proteção da mata atlântica, e proteção ambiental.
A aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolia Raddi) também conhecida como aroeira-vermelha, aroeira-mansa, fruto-do-sabiá e pimenta-rosa, pertence à Família Botânica das Anacardiaceae, a mesma família da manga e do cajú. Ocorre desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, tipicamente da Mata Atlântica, mas também aparece em outras formações vegetais. A aroeira-pimenteira é uma árvore de porte pequeno que atingi entre 5 e 10 metros de altura. Tem o tronco revestido por uma casca grossa e apresenta uma bela copa, tornando-se muito útil na arborização urbana. Nas cidades é utilizada para paisagismo de praças, calçadas e jardins, por ser uma árvore pequena que não atrapalha o trânsito e nem suja as ruas, além de ser bastante ornamental e fazer ótima sombra. Já no campo, é útil para dividir propriedades e também foi muito utilizada como mourões de cerca, por apresentar madeira forte, pesada, resistente e de grande durabilidade. Suas flores são melíferas e seus frutos são muito procurados pela fauna nativa. É muito comum serem observadas diferentes espécies de aves se alimentando dos frutinhos avermelhados da aroeira. Dentre as espécies visitantes e dispersoras encontramos sanhaços, maritacas, periquitos, coleirinhas, saíras, gaturamos, sabiás, e muitos outros. O sabor dos frutos é adocicado, levemente picante e o cheiro assemelha-se à condimentos como pimenta. Não foi por acaso que essa espécie tornou-se novidade na culinária, principalmente dos países europeus e atualmente faz muito sucesso nos diferentes pratos doces e salgados de vários paises do mundo. Além disso, a aroeira-pimenteira tem sido alvo de estudos, devido suas propriedades medicinais. Popularmente a planta é utilizada como cicatrizante, antiinflamatório e também no tratamento de doenças urinárias e respiratórias. A aroeira-pimenteira é uma espécie de muitas utilidades para o homem, útil inclusive para melhorar a qualidade de vida da população em geral, principalmente quando utilizada em projetos de recuperação de áreas, que contribui diretamente para um ambiente mais saudável e equilibrado. Suas características de rápido crescimento e atrativa da fauna é que fazem dela uma espécie fundamental para trabalhos que visam à conservação da Mata Atlântica.
Santa Catarina rumo ao subdesenvolvimento, artigo de Beate Frank e Lúcia Sevegnani
A aprovação, pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina, em 31 de março de 2009, de um código (anti)ambiental, contendo diversas inconstitucionalidades propostas pelo governo estadual, é, sem dúvida, um retrocesso na política ambiental, e o testemunho do desconhecimento ou da tendenciosidade dos governantes. Muitos deles desconhecem e não se deixam esclarecer sobre as relações profundas que existem entre um ambiente degradado e a baixa qualidade de vida; entre uma paisagem frágil mal cuidada e o aumento do risco de desastres naturais; entre a inexistência de florestas conservadas e biodiversas e a ocorrência de secas, enchentes e vendavais; entre a inexistência de matas ao longo dos rios e os prejuízos com enxurradas; entre solos expostos à erosão e perda de sua capacidade produtiva e consequente aumento dos custos de produção; entre nascentes degradadas e falta de água; e entre ambiente urbano e ambiente rural.
A única relação não ignorada e bem utilizada como argumento pelos proponentes do código (anti)ambiental é que a exploração dos recursos naturais gera riqueza, que, se bem dirigida, gera acúmulo de capital, o que é comprovado pelos índices. O crescimento econômico estadual, de 9% em 2008, o mais alto índice do País, caminha paralelamente à mais alta taxa de destruição da Mata Atlântica.
A população de Santa Catarina acabou de ser penalizada, portanto, com uma lei que, se implementada, não vai lhe trazer benefícios reais. Haverá, certamente, benefícios econômicos, para poucos, e sem sustentação ao longo do tempo, dadas as demais relações desconsideradas pela nova lei. É importante que se diga, porém, que esse código não é uma iniciativa isolada do governo, tanto que vimos assistindo, de forma gradativa, a uma verdadeira “erosão” da política estadual de meio ambiente e das políticas associadas.
Recentemente a Assembleia Legislativa aprovou lei que mutilou a área do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, reduzindo-o a um mosaico de áreas de proteção ambiental, frágeis na conservação da biodiversidade. O governo sabe que havia e há recursos financeiros depositados por conta das compensações ambientais para a indenização das terras do Parque, mas isso não foi efetivado. Aprovou também lei que facilita a instalação de pequenas centrais hidrelétricas, dando o direito do uso da água (que é um bem público) a empreendedores, sem considerar diretrizes do respectivo comitê de bacia hidrográfica, ao contrário do que prega a lei das águas.
Se de um lado Santa Catarina no passado foi um Estado inovador na criação de políticas voltadas à proteção do meio ambiente, o retrocesso na gestão dos recursos naturais e da proteção ambiental, nos últimos anos, tem sido sistemático, articulado e extensivo, apontando no sentido do subdesenvolvimento, produzindo um estado cada vez mais terceiro mundo, em que pese o desenvolvimento tecnológico de alguns setores, inclusive governamentais.
Embora seja duro admitir, a gravidade do desastre ambiental de novembro de 2008 no vale do Itajaí é fruto desse subdesenvolvimento, resultante das ações e omissões diárias de proprietários e governos no uso do solo urbano e rural. A Defesa Civil estadual, por mais modernizada e equipada, não tem outra função do que salvar as vidas humanas. A destruição, o sofrimento das pessoas, as perdas materiais, a perda de capacidade de produção de muitos ambientes, não tem como ser mitigada pela Defesa Civil nem pelo desenvolvimento tecnológico. O planejamento do uso dos recursos naturais e da paisagem, e um sistema de gestão ambiental eficiente são requeridos para uma verdadeira prevenção. Os cofres públicos estaduais engordaram em R$100 milhões ao longo de 2008, mas nada disso foi aplicado ainda em melhoria da estrutura da gestão ambiental estadual na região atingida.
Essa triste evolução remete ao livro “Colapso”, de Jared Diamond, que analisa as estratégias adotadas por povos em diferentes épocas da história, e que levaram ao seu sucesso ou fracasso, à sobrevivência ou ao extermínio. Trata-se de uma leitura recomendável, e que pode vir a abrir os olhos do leitor interessado. Diamond mostra que a capacidade de uma sociedade de reagir, de dar respostas adequadas aos problemas enfrentados, é a chave do sucesso.
Beate Frank e Lúcia Sevegnani, professoras e pesquisadoras da Universidade de Blumenau (FURB)
* Artigo originalmente publicado na Clima em Revista, n° 12,Abril de 2009 (Clima em Revista é uma
publicação mensal on-line do Instituto de Pesquisas da Amazônia (IPAM))
Um dia, chegaram uns homens, procurando árvores pra cortar; cortavam e levavam pra vender.
Encontaram o Jequitibá de Carangola, mas não cortaram. Sabem porque? O tronco era muito grosso... eles não tinham serra daquele tamanho. E mesmo que pudessem cortar, não teriam força pra carregar. Até para os cortadores de árvores, o jequitibá era gigante.
Cortaram toda a mata em volta... só o gigante escapou.
Passou o tempo, Carangola cresceu, e o gigante cresceu mais ainda. Ficou famoso... muita gente veio ver... olhavam pra ele, tiravam fotografia, faziam poesia, brincavam perto dele abraçavam seu tronco, eram amigos do gigante
...e até cuidaram dele quando, um dia, um galho caiu...
Era um galho enorme, ficava lá no alto. Umas lesmas gigantes que moravam no Jequitibá comeram uma parte da madeira, e com o tempo, o galho quebrou e caiu (blééhhh...). A terra tremeu.
Arrancou um pedaço da casca, e deixou um buraco no tronco...
Os amigos vieram, montaram uma espécie de escada de ferro bem alta, e um
professor de Biologia subiu até o buraco e fez um curativo. Passou uma
espécie de tinta azul pra madeira não apodrecer. Foi bom, deu certo.
Foi bom, uh... uh...
Olhavam pra ele, tiravam fotografia, faziam poesia, brincavam perto dele abraçavam seu tronco, eram amigos do gigante
Mas o gigante tinha um inimigo, um inimigo mortal. E um dia, sexta feira, esse inimigo mortal foi até o Jequitibá, jogou gasolina e pôs fogo. Pôs fogo e fugiu. Começou um incêndio como nunca se viu. Um incêndio numa árvore só. A mata em volta intacta, só o Jequitibá queimando...
Por sorte, naquele dia de azar, um amigo tinha ido visitar o Jequitibá e viu o fogo... voltou correndo, avisou os amigos, vieram todos, imediatamente... o fogo era enorme...o rio era longe...apagar como?
Pegaram um trator. Jogaram terra no tronco, terra prá abafar o fogo. Abafaram as chamas. Mas o fogo virou brasa. E brasa foi queimando o tronco por dentro, queimando e subindo o tronco por dentro. A árvore estalava, soltava fumaça, parecia uma chaminé... Era muito grave, precisavam de ajuda... Chamaram bombeiros, polícia florestal, jornal, televisão e começou: a Luta da Água Contra o Fogo.
Os homens vieram com um caminhão-pipa... (pipa...)... Enchiam o caminhão no Rio Carangola, subiam a estradinha até o Jequitibá, e esguichavam, esguichavam, o dia inteiro sem parar. 10 caminhões de água por dia, esguichando de manhã até de noite, 3 dias sem parar... mas o fogo não apagava.
O tempo que caminhão levava pra ir até o rio e voltar, o fogo já tinha crescido tudo de novo. E pra piorar, começou a chover. A chuva não apagava o fogo, mas a estrada virou lama, e o caminhão não conseguia mais subir. Os homens entristeceram... o fogo ia vencer... o Jequitibá ia queimar até morrer.
Mas...
Quem espera sempre alcança (três vezes salve a esperança) porque a chuva de repente parou. E os homens, com uma serra, abriram uma janela e entraram no tronco.
Dentro do tronco era quente como um forno...caíam pedaços de madeira... e um homem segurava uma mangueira apontada para o alto... jogando água no coração do fogo... (shhhh...)
esguichando de manhã até de noite 3 dias sem parar... (shhh...)
até que o fogo, finalmente, apagou.
Os amigos ficaram de boca aberta. O fogo tinha feito uma caverna. Cabiam oito homens dentro do tronco. Era uma caverna com paredes de carvão. Mas talvez quebrasse com o vento. Talvez a seiva não pudesse mais subir. Talvez o Jequitibá não fosse resistir.
Os amigos, inconformados, perguntavam por quê? Por quê? Por causa de um gigante, um homem do mal, com arma de fogo lutou com os homens do bem e suas espadas de água. O fogo morreu. Talvez o gigante também.
Depois de cinco meses de preparação (germinar, crescer) duas árvores ganharam o chão da cidade. Um processo lento mas que ao final é gratificante. O ato de plantar não é apenas cavar o buraco e depois apoiar ou sinalizar a muda, muitas vezes vai além disso, como conversar com as pessoas do entorno. O jornaleiro disse que a população joga lixo, que tem assalto.... outro, que esperava um ônibus, elogiava a ação e dizia de seu tempo em que morava no interior. Para muitos o verde é ausente na grande cidade.
Duas Suinãs que darão flores, frutos e sombra. Um delas foi plantada próximo a um banco para dar sombra, no futuro, para quem espera o ônibus.
Esperamos que elas cresçam assim como as idéias de proteção ao meio ambiente, preservação e melhoria da qualidade de vida de todos, não só do homem e da mulher. Dia desses li uma matéria de Ciro Porto, na revista Terra da Gente, em que dizia: ...” Imagine se num só dia toda a população de nosso país decidisse semear ou plantar uma árvore nas cidades, sítios e fazendas. Em bem pouco tempo teríamos 180 milhões de novas árvores e, consequentemente, milhares de novos pica-paus e muitas outras aves. Pois bem, sementes são como idéias, só é preciso plantá-las. Mas, no nosso caso, precisamos ter a intenção.”E os benefícios não são apenas para as aves são para todos!
Já faz tempo que fiquei de postar sobre como germinar Erythrina ou Suinã. Bomai vai, algumas já foram plantadas outras estão esperando o momento ideal pra enfeitar a cidade. Eu não sabia germinar essa árvore, e o que me ajudou depois de algumas tentativas foi a tese de CRISTINA RITA RADICS KOSZO (Germinação de sementes de Erythrina speciosa Andr. EEugenia brasiliensis Lam. em meio ácido )diz sobre o ponto mais crítico da germinaçãodacrista de galo ou suinã vermelho: “Devido ao fato das sementes de Erythrina speciosa possuírem dormência física, gerada pela impermeabilidade do tegumento à água, foi necessária a adoção de algum método de escarificação. Baseando-se em resultados de testes prévios, foi realizada uma incisão longitudinal com estilete no tegumento, na região oposta ao hilo, imediatamente antes da instalação do teste de germinação”.
Pra quem não sabe, o hilo seria a parte côncova com uma leve cicatriz. Deve-se fazer um carte do lado oposto. Corte pequeno e leve, o suficiente pra água penetrar na semente e ativar a germinação da Erythrina.
Após esse passo eu as coloquei em um recipiente com jornal picado, sempre úmido, como um meio e substrato pra germinação; as sementes germinam em média em uma semana, após soltar a casca da semente eu as plantei num substrato com terra, areia e adubo.
Posso dizer que tive quase 100% de aproveitamento das sementes.
Depois de um tempo é só plantar no solo. É uma planta de porte pequeno ideal para arborização urbana.
Já faz um tempo que tenho notado a grande quantidade de cursos, seminários, congressos, palestras e uma infinidade de outras formas de formação e informação sobre as questões ambientais, sobre novos processos de gestão ambiental, permacultura, agricultura orgânica, pequena produção; o homem e o meio ambiente, poluição e seu controle, mudanças de hábitos (seria possível?!) e outros tantos temas relacionados. Mas o que mais me chama atenção são os preços salgados desses eventos. Preços INSUSTENTÁVEIS. Locais que acabam sendo frequentado por pessoas engravatadas (que na maioria das vezes só estão lá por obrigação ou interesses econômicos) que nem sabem o que é uma floresta, de onde vêm o ovo. Nada contra essas pessoas (eu mesmo já usei gravata, uma vez numa formatura) pois pelo menos aprenderam alguma coisa interessante. O problema são os preços INSUSTENTÁVEIS.
Recentemente li uma matéria num jornal (valor econômico) sobre um estudo de um grande instituto nacional (de responsabilidade social empresarial) que tratava das questões ambientais e de sustentabilidade nas universidades brasileiras e a utilização desse conhecimento em benefício da sociedade. O estudo criticava esse gargalo entre a formação de conhecimento dentro das universidades e o não retorno pra sociedade. Fato comum a diversos segmentos do conhecimento, infelizmente (muitos estudos só são feitos para dar números de produtividade aos professores e bolsa para seus alunos). Bom, o estudo criticava esse gargalo, mas o próprio INSTITUTO cobrava o olho da cara um curso sobre sustentabilidade.
Até o “Verde” virou negócio. Tudo na mão do sistema vira negócio. Tudo bem se esse negócio é sustentável, mas como ser sustentável ou falar de práticas de proteção ambiental se já se exclui de antemão uma parcela grande da própria sociedade e sua própria diversidade de saberes e formações? A formação de capital humano, nessa área, deveria mais que ser estimulada e subsidiada, mas para uma sociedade sem valores ou ética isso não faz sentido....
Uma boa exceção é a UMAPAZ – Universidade Aberta de Meio Ambiente e Cultura de Paz. Com cursos gratuitos e de boa qualidade sobre questões tão importante para nosso dia-a-dia e para nosso futuro.
Se é pela exclusão que se mantém o sistema (70% das pessoas com idade entre 16 a 18 anos fora da escola; saúde pública ausente; Estado Policial...) não deveria ser essa a lógica de uma nova forma de pensar e ver o mundo e o nosso futuro.
Não haverá mudanças significativas em nossa sociedade (em benefício de todos, o ar que eu poluo é o ar que você respira...) se nossas velhas lógicas não mudarem.
Não vamos nos esquecer que nossa alimentação vem de plantas
que são altamente dependentes dos agentes polinizadores....
abraços
O misterioso desaparecimento de milhões de abelhas nos Estados Unidos tem deixado os apicultores do país muito preocupados. O problema já chegou ao Congresso americano, que debaterá nesta quinta-feira a situação do inseto, tido como essencial para o setor agrícola.
O curioso desse fenômeno é que, em muitos casos, não são encontrados "restos mortais" das abelhas. "Historicamente, quando algo afeta os enxames, há muitos insetos mortos", afirmou May Berenbaum, professora de entomologia da Universidade de Illinois. Outro mistério é que as abelhas operárias fogem deixando para trás a rainha, um comportamento totalmente atípico na espécie.
Os primeiros sinais desse problema surgiram pouco depois do Natal, na Flórida, quando os apicultores perceberam que muitas abelhas haviam desaparecido. Desde então, a síndrome que os especialistas batizaram como Problema do Colapso das Colônias (CCD) reduziu em 25% os enxames do país.
"Perdemos mais de meio milhão de colônias, com uma população de cerca de 50 mil abelhas", disse Daniel Weaver, presidente da Federação de Apicultores dos Estados Unidos. Segundo ele, o problema atinge 30 dos 50 estados americanos.
Nomes Populares jatobá, jataí, jataí-amarelo, jataí-peba, jitaí, farinheira,
Família: Leguminosae Caesalpiniaceae Nome científico: Hymenaea courbaril L.
Características Morfológicas Altura de quinze a vinte metros, com tronco de até um metro de diâmetro. Folhas compostas de dois folíolos brilhantes, de seis a catorze centímetros de comprimento.
Ocorrência Piauí até o norte do Paraná na floresta semidecídua, tanto em solos de alta como de média fertilidade (cerradões).
Moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte passaram o dia calculando os prejuízos e tentando se refazer do susto provocado pelo temporal de quarta. A combinação de chuva, vento forte e muito granizo destruiu e matou.
Em toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte, o dia foi de muito trabalho para consertar telhados, limpar casas.
Foram 15 minutos de granizo. Rapidamente, o verde do gramado do Mineirão desapareceu sob as enormes pedras de gelo. Na entrada de um prédio, elas formaram uma camada de dez centímetros. O granizo quebrou vidros de prédios, furou toldos e pôs abaixo o teto de um posto de gasolina.
“Parecia mesmo que era o fim do mundo, estava caindo tudo, desabando, foi assustador”, conta o representante comercial Domingos Vidal.
E também veio a chuva. Vários córregos transbordaram, provocando inundações. Num deles, um motorista se arriscou equilibrando o carro sobre o meio fio.
Uma rua num viaduto em Betim, também na Região Metropolitana, foi tomada pela correnteza. Uma galeria de águas pluviais não suportou o volume de chuva e transbordou, arrastando duas pessoas que passavam.
Um cinegrafista amador registrou o momento em que água começava a subir. Um homem e uma mulher surgem de baixo do viaduto, os dois são levados pela correnteza. A força da água foi tanta que eles não conseguiram se segurar nas grades da galeria.
“O rapaz estava de moto e ele, vendo o grito da mulher, tentou ajudá-la com a moto, acelerando entre a água, mas, com a correnteza da água, ele não conseguiu”, explicou a operadora de telemarketing Rosilene Rodrigues.
O corpo de uma mulher foi encontrado nesta quinta a 20 quilômetros do local. O motoqueiro continua desaparecido. Em Contagem, a prefeitura decretou situação de emergência.
Na capital, 20 horas depois da chuva, uma floricultura continuava com pedras de gelo do tamanho de bolas de pingue-pongue.
Uma loja de materiais de construção precisou encomendar telhas. O estoque acabou em uma hora. “Já tem lista espera”, afirmou um homem.
Nas oficinas de veículos, filas para consertar os amassados na lataria e trocar os vidros. “Tristeza, muita tristeza”, desabafou um motorista.
Achei muito interessante a idéia de Jeison Alflen em criar esse jogo, eu que jogo Super Trunfo Speed Racer com meu priminho achei da hora
e vou começar a usar essa nova e interessante versão!
O baralho conta com 32 cartas personalizadas, cada qual com 8 informações sobre diversas espécies arbóreas brasileiras incluindo FAMÍLIA, NOME POPULAR e CIENTÍFICO, OCORRÊNCIA da espécie no território nacional e 4 itens de confrontamento – ALTURA, DIÂMETRO, DENSIDADE DA MADEIRA e TEMPO DE GERMINAÇÃO das sementes.